sábado, 17 de abril de 2010



UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA-UNEB

DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS-DCH

CURSO-LICENCIATURA PLENA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

II SEMESTRE

DOCENTE: MARIA TELMA

DISCENTES:

• ANNITA GEÓRGIA SANTOS LEITE

• KLARA JACKELYNE P. C. R. MOREIRA

• NAIANA LETÍCIA SANTOS CAIRES

• PATRÍCIA PIRES DA ROCHA

• SHEILA MEIRA DOS SANTOS





FEROMÔNIOS




Seminário apresentado à Universidade do Estado da Bahia – UNEB, ao departamento de Ciências Humanas – Caetité, Campus VI, ao curso de Ciências Biológicas, II semestre, como pré-requisito avaliativo do componente curricular: Seminário Temático II

Sob a Coordenação da Professora: Maria Telma

CAETITÉ-BA

ABRIL DE 2010.

Introdução



Como as formigas reconhecem qual o caminho até o alimento e a volta para o formigueiro? Porquê após um marimbondo aferroar sua vítima vários outros marimbondos aparecem "enfurecidos" e prontos a atacar? Qual o momento certo para os besouros copularem?



Todos os seres vivos mantêm profundas interações com o meio em que vivem, assegurando-lhes oportunidades de sobrevivência (através da disponibilidade de alimentos e defesa contra predadores) e de preservação da espécie (a partir da reprodução e geração de descendentes). E ao longo da evolução os animais (inclusive o ser humano) desenvolveram uma comunicação química característica, os feromônios, palavra que vem do grego pherein ( transferência) + hormon (excitar), e que são substâncias químicas que, captadas por animais de uma mesma espécie (intra-específica), permitem o reconhecimento mútuo e sexual dos indivíduos. A comunicação pelo cheiro(feromônio) é uma das formas usadas pelos animais para indicar seu interesse pelo sexo, desejo de se organizar para trabalhar ou lutar em equipe, demarcar território, transmissão de alarme e achar comida. O mais comum e conhecido é o feromônio sexual, usado pelas fêmeas ou machos para atrair o sexo oposto na temporada de acasalamento.

Os feromônios é de grande importância para o ser vivo, pois através desses estimulos que eles garantem sua reprodução, suas defesas, marcação de território, entre outros.

Portanto, o uso de um dado feromônio não se constitui em fator de desequilíbrio para espécies não-alvo, o que torna o uso destas substâncias ecologicamente desejável



Estudos estão sendo feitos para conhecer mais sobre essas substâncias e seus resultados vem chamando atenção desde a agricultura até o mercado indústrial.





Justificativa



Este seminário está amparado na necessidade de conhecimento sobre o que é feromônios, suas características, como agem e por fim suas curiosidades, tendo em vista sua importância desde a reprodução das espécies garantindo o equilíbrio do ecossistema até o mercado consumidor dando impulsos a economia.





Objetivos:



Geral



• Fazer pesquisas mais intensas com o objetivo de conhecer mais a fundo as características dos feromônios, e por fim apresentar os trabalhos e pesquisas feitas em forma de seminário.

Específicos



• O que é feromônio?

• Primeira descoberta;

• Tipos de feromônios? Suas características e exemplos;

• Feromônio nos seres humanos;

• Feromônios na agricultura;

• Feromônio sintético.



Feromônios



Você já ouviu falar sobre os feromônios?Saberia definir seu significado e suas funções?

O comportamento sexual dos animais e insetos, em especial a atração exercida pelas fêmeas sobre os machos de uma mesma espécie, sempre despertou a curiosidade de pesquisadores das mais diversas áreas do conhecimento. Caracterizados pela primeira vez, na Alemanha, em 1956, pelos cientistas Peter Karlson e Adolf Butenandt, a palavra feromônio veio do grego pherein (transferência) + hormon (excitar). Os feromônios são substâncias hormonais produzidas por animais, inclusive o homem, e utilizadas na comunicação intra-específica, ou seja, entre os membros de uma mesma espécie, provocando excitação ou estímulo.

O interesse científico pela comunicação olfativa evidenciou-se na década de 50, através do isolamento e identificação química do primeiro feromônio sexual de inseto. Em um trabalho realizado ao longo de vinte anos e utilizando milhares de insetos para este fim, os pesquisadores extraíram cerca de 12 mg de um feromônio da mariposa do bicho-da-seda Bombyx mori. A substância foi identificada como sendo o (10E,12Z)-hexadeca-10,12-dien-1-ol (bombicol), e é produzida pela mariposa-fêmea para atrair os machos para o acasalamento. As fêmeas utilizam os feromônios para comunicar aos seus pretendentes que está no cio e precisam acasalar. Por essa razão os machos de alguns mamíferos, tais como o boi e o cavalo, têm o hábito de cheirar e beber a urina das fêmeas para detectar seus teores hormonais e descobrir se elas estão no estro ou próximo de entrar nessa fase. O elefante, por exemplo, toca com a tromba a urina da fêmea e em seguida, a leva a um órgão localizado no céu da boca chamado vomeronasal, para que esse entre em contacto com as moléculas do hormônio e o seu odor seja conduzido até o cérebro para análise. O feromônio encontrado na urina da elefanta é o Z – 7 – dodecenil – 1 – acetato. Já os insetos, por exemplo, utilizam suas antenas que funcionam como nariz para captar os odores de feromônios.

Já no final da década de 60 foram isolados e identificados os primeiros feromônios quirais, como por exemplo o acetal cíclico exo-brevicomina, feromônio de agregação do besouro Dendroctonus brevicomis. Desde então, centenas de feromônios têm sido isolados e caracterizados, com estruturas que vão desde álcoois e hidrocarbonetos de estrutura simples, até compostos polifuncionais mais complexos, como a periplanona-B, feromônio sexual da barata(Periplaneta-americana).





O odor (cheiro) dos feromônios é levado pelo ar e, muitas vezes, é capaz de atingir um indivíduo a quilômetros de distância. Algumas espécies de mariposas, por exemplo, são capazes de sentir o odor dos feromônios de sua espécie a, aproximadamente, 20 km de distância.

Nesses animais, já se identificou todo um conjunto de regiões do sistema nervoso envolvido nessa forma de comunicação química: é o chamado sistema vômero-nasal. Um setor da mucosa nasal, o órgão vômero-nasal, apresenta células sensoriais especiais dotadas de proteínas específicas incrivelmente sensíveis a baixas concentrações desses compostos. Essas células sensoriais estabelecem comunicação com certos neurônios do cérebro, formando uma cadeia de circuitos que segue às regiões da memória, das emoções, e da coordenação hormonal que o sistema nervoso exerce sobre o organismo. Mas não se trata do sistema olfatório: esses mensageiros químicos não são percebidos conscientemente, embora influam bastante sobre o comportamento e a funcionalidade do corpo.

A comunicação pelo cheiro é uma das formas usadas pelos animais para indicar seu interesse pelo sexo, desejo de se organizar para trabalhar ou lutar em equipe, demarcar território, transmissão de alarme e achar comida. Assim, há feromônios de vários tipos. O mais comum e conhecido é o feromônio sexual, usado pelas fêmeas ou machos para atrair o sexo oposto na temporada de acasalamento.

Também existem as substâncias químicas empregadas na comunicação entre espécies diferentes (interespecíficas) são chamadas de aleloquímicos e são divididos em alomônios (favorecem a espécie emissora), cairomônios (favorecem a espécie receptora) e sinomônios (ambas são favorecidas). Os alomônios geralmente são compostos utilizados para a defesa da espécie, enquanto os cairomônios são as substâncias produzidas por uma presa e que são percebidas pelo predador. Estas substâncias químicas utilizadas para a comunicação (feromônios, alomônios, cairomônios, etc.) são denominadas genericamente por semioquímicos do grego semion ( marca ou sinal) .

Entretanto, a grande dificuldade no estudo de feromônios (isolamento, identificação e aplicações específicas) reside no fato dessas substâncias naturais serem produzidas pelos organismos em quantidades extremamente baixas e junto com vários outros compostos inativos, mas quimicamente semelhantes. Além disso, na maioria dos casos os feromônios são substâncias voláteis e/ou instáveis e de difícil manipulação. Técnicas analíticas sofisticadas têm sido empregadas para a determinação da estrutura de vários feromônios, destacando-se a cromatografia a gás acoplada a outros instrumentos (espectrômetro de massas, infravermelho, ultravioleta e ressonância magnética nuclear). Em alguns casos, uma amostra de alguns nanogramas, obtida a partir de um único inseto, pode ser suficiente para uma análise eficiente.




Tipos de feromônios



• Feromônios sexuais: Provocam atração entre macho e fêmea;

Ex: Durante o cio, as cadelas secretam feromônios que avisam aos parceiros em potencial de seu desejo de cruzar, é por isso que os cães fica cheirando a região do anus da cadela e fica esperando até o momento do acasalamento.



• Feromônios de alarme: Produzem estado de alerta pela aproximação de algum predador natural.

Ex: Quando uma abelha percebe a aproximação ou aferroa uma vítima ela libera feromônios para anunciar as outras o perigo ou para que todas elas aparecem enfurecidas para atacarFeromônio de trilha: Demarcam, respectivamente, o caminho até uma fonte de alimentos.



• Feromônio de dispersão: Afastar o potencial inimigo.

Ex: O gambá esguicha a partir de glândulas circum-anais (localizadas ao redor do ânus) jatos de substâncias de odor pútrido contendo feromônios que afastam seus inimigos.



• Feromônio de trilha: Direcionam até o alimento.

Ex: Avistado uma fonte de alimento as formigas liberam os feromônios para que todas sigam uma mesma trilha sem se dirpersares até o alimento, seria como um feromônio de orientação.



Feromônios em seres humanos





Por que será que, em meio a um bom número de pessoas, é aquela em especial que nos atrai? A beleza aos nossos olhos, a inteligência ou a sensibilidade que nos revela ao falar, a sensualidade nos gestos, o que será? Chegamos mais perto e o encanto inicial se confirma ou não. Por que será?

A cada dia se descobrem mais provas de que os seres humanos se comunicam através de uma química sexual silenciosa.São vários os fatores que determinam essa atração interpessoal, mas um deles, invisível e insensível, tem excitado a curiosidade dos neurocientistas: a possibilidade de que a espécie humana empregue feromônios para comunicar-se quimicamente com seus semelhantes.Alguns cientistas afirmam que tanto o homem como a mulher liberam continuamente pelos poros da pele e, até pelo hálito, produtos químicos chamados feromônio. O corpo humano não percebe o cheiro, mas reage com sua presença. Estas substâncias são exaladas pelo suor e outros fluidos corporais.

Ainda não há provas de que os seres humanos possuam essa substância química, mais algumas pesquisas foram e estão sendo feitas. Um bom exemplo é o das mulheres que coabitam no mesmo ambiente (os colégios internos de antigamente, os orfanatos, repúblicas ou as prisões femininas) e acabam por ter seu ciclo menstrual sincronizado, todas juntas fase a fase.

Os neurocientistas que primeiro se interessaram por esse tema comprovaram a veracidade dessas observações incidentais. Duas psicólogas da Universidade de Chicago, Kathleen Stern e Martha McClintock, coletaram com cotonetes a secreção axilar de um grupo de mulheres durante diferentes fases do ciclo menstrual, mascararam o cheiro dos cotonetes com álcool e apresentaram a outro grupo de mulheres cotonetes só com álcool, ou cotonetes também com… “cecê axilar”.

O resultado da pesquisa sugeriu a existência de pelo menos dois feromônios com efeitos distintos: um, coletado antes da ovulação, encurtava o ciclo menstrual das mulheres receptoras; outro, coletado durante a ovulação, fazia o contrário: prolongava o ciclo das receptoras.

Mais recentemente, outro grupo de pesquisadores fez um experimento diferente: coletou o extrato axilar de homens e o submeteu a mulheres disfarçado com um certo perfume. O ciclo hormonal se modificou nas mulheres receptoras (mas não nas que receberam o cotonete só com o perfume). Além disso, ao responder a questionários padronizados, elas relataram diminuição da tensão do dia-a-dia e uma sensação agradável de relaxamento.

O problema é que não há vestígios de órgão vômero-nasal nos seres humanos, a não ser durante a fase fetal, nem regiões específicas no cérebro que processem essa forma de comunicação química. Também não foi possível identificar células sensoriais diferentes na nossa mucosa nasal e, além disso, o genoma humano contém pobres evidências de algum gene que codifique as moléculas receptoras dos feromônios, como se verificou em animais. Pode ser, entretanto, que em nosso caso o sistema olfatório esteja envolvido, isto é, sentiríamos algum cheiro diferente que os ferômonios veiculariam.Alguns cientistas afirmam que tanto o homem como a mulher liberam continuamente pelos poros da pele e, até pelo hálito, produtos químicos chamados feromônio. O corpo humano não percebe o cheiro, mas reage com sua presença. Estas substâncias são exaladas pelo suor e outros fluidos corporais. O corpo humano não percebe o cheiro, mas reage com sua presença. Estas substâncias são exaladas pelo suor e outros fluidos corporais.

Os mais poderosos são:

• Os androsteronônios: estão presentes nas secreções axilares, principalmente no homem. Dão sinais de força e agressividade à mulher.

• Os androsteroles: pertencem ao suor, se relacionam com a fertilidade juvenil e têm um pico aos 20 anos.

• As copulinas: as copulinas se encontram na secreção vaginal de mulheres férteis, indicando indiscutivelmente maturidade sexual. É necessário tomar em consideração que as pílulas anticoncepcionais fazem decrescer a produção deste feromônio.



Feromônios na agricultura



A aceitação do princípio de que se pode trabalhar de forma ecologicamente e economicamente racional com controle de insetos, resultou na conhecida e atual Era do Manejo Integrado de Pragas(MIP). A pesquisa tem sido direcionada para a busca de estratégias alternativas promissoras que possam ser empregadas em programas de MIP. A utilização de semioquímicos (estímulos químicos) e em particular, feromônios sexuais, tem se destacado. Pesquisas na área tem aumentado consideravelmente, em muitas ordens de insetos, sendo regularmente publicadas em revistas científicas, envolvendo aspectos biológicos, fisiológicos, comportamentais, bioquímicos e genéticos.

Do ponto de vista prático, os feromônios podem ter diversas utilidades, incluindo monitoramento para avaliações numéricas de populações, visando determinar se há necessidade de pulverizações, bem como quando e quanto aplicar; avaliação de níveis de resistência a inseticidas em populações de pragas; supressão de populações através de coleta massal ou confundimento.

Na agricultura emprega-se os feromônios para o manejo de insetos-pragas.

Por monitoramento da praga, através de feromônios sexuais, fornecendo elementos para que se possa decidir quando, onde e quanto aplicar o inseticida. A técnica emprega armadilhas contendo quantidades diminutas de feromônio, para atração de machos ou fêmeas. Dependendo da quantidade de machos ou fêmeas capturadas, decide-se pela aplicação ou não do inseticida, o monitoramento pode refletir as mudanças na densidade populacional e a provável época de emergência de insetos adultos, podendo-se assim, estimar o local e época em que a atividade dos insetos será máxima, o que é fundamental para táticas de manejo.

Por coleta massal que consiste na captura de insetos por meio de um sistema de armadilhas, contendo feromônios, capaz de remover um número significante de indivíduos, reduzindo a população a níveis economicamente aceitáveis. Para isto, influenciarão as características da espécie a ser controlada. No caso de se conseguir capturar fêmeas virgens, a redução da população seguinte poderá ser diretamente relacionada com os indivíduos removidos da população anterior. Se as fêmeas forem aprisionadas após a postura parcial ou total, a eficiência do método será diminuída ou mesmo comprometida. Se apenas os machos forem capturados, a proporção de indivíduos a ser aprisionada deverá ser elevada, para que ocorra uma redução notável na próxima geração. Esta afirmativa é ainda mais verdadeira para espécies em que ambos, machos e fêmeas, são capazes de copular várias vezes. Para lepidóptera, quando apenas os machos são coletados, admite-se que a eficiência de captura deverá estar em torno de 80 a 95% dos machos presentes na área. No caso de coleóptera, em que há o aprisionamento de ambos os sexos, esta necessidade de captura pode ser menor.

Por Confundimento de pragas - O confundimento de insetos praga por meio de feromônios consiste na impregnação da área com feromônios sintéticos, visando ao rompimento do sistema normal de comunicação entre os indivíduos, reduzindo a probabilidade de encontros e/ou agregação dos sexos e, conseqüentemente, de acasalamentos. O mecanismo pelo qual ocorre o bloqueio na comunicação entre os indivíduos ainda não está completamente esclarecido, mas possivelmente consiste em um ou na combinação dos seguintes fenômenos:

• Adaptação sensorial e habituação do sistema nervoso central do inseto;

• Mascaramento da pluma de feromônio natural do inseto;

• Desvio da pluma natural através da formação de trilhas alternativas.

Feromônios sintéticos

A síntese de feromônios em laboratório é hoje uma área em expansão na química orgânica, permitindo não só a caracterização total dos feromônios naturais isolados (através da comparação de propriedades físicas e químicas conhecidas), mas também fornecendo material em quantidades suficientes para estudos na área de entomologia e na agricultura.

Enquanto a ciência - ou, como acreditam algumas pessoas, a pseudociência - dos feromônios avança rumo aplicações comerciais, fabricantes de produtos de cuidado pessoal estão utilizando feromônios sintéticos em suas fórmulas, alegando que isso aumentará sua atração sexual e confiança.

Diferenças - O feromônio de escolha para os homens é uma família de esteróides, relacionados com a testosterona, encontrada próxima às glândulas da axila. Para as mulheres, o composto geralmente usado é o estratetraenol, um derivado do hormônio sexual estradiol. Mas será que acrescentar feromônio sintético realmente evoca uma poção do amor?

"Há muita concepção errada sobre o que podem fazer os feromônios humanos", disse Charles Wysocki, neurocientista comportamental do Centro dos Sentidos Químicos Monell e autor de um relatório sobre os feromônios humanos. "A forma como os feromônios humanos funcionam ainda é totalmente questionável", afirma o neurocientista.

O biólogo e endocrinologista Winnifred Cutler argumenta que esse tipo de produto também pode ter efeito psicológico. “Ele dá confiança às pessoas”, disse ele. Mas ainda continua um mistério se os feromônios sintéticos aumentam ou não a atração das pessoas.




Avaliação



Este seminário, que tem como tema: Feromônios, foi estudado, pesquisado,cuidadosamente explorado e feito com muito carinho e atenção para não apresentar declarações equivocadas.

Trabalhar esse tema foi de grande importância, visto que não se tem muito conhecimento e repercussão, onde cada detalhe era interessante e cada descoberta impressionava cada vez mais e dava mais entusiasmo para aprofundamento das pesquisas.





Referências Bibliográficas





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